Grupo de espécies · Aves
O WAnimals tem 11 espécies de colibri, todas da família Trochilidae.
Intervalos calculados a partir das fichas que registam o dado, não de todas as 11.
Cada uma tem a sua ficha completa. Este grupo não as substitui: reúne-as.
Pouco preocupanteBeija-flor-de-pescoço-vermelho
Archilochus colubris
Pouco preocupanteColibri-bico-de-espada
Ensifera ensifera
Pouco preocupanteColibri-ferruginoso
Aglaeactis cupripennis
Pouco preocupanteColibri-de-garganta-púrpura
Lampornis calolaemus
Beija-flor-brilho-de-fogo
Topaza pella
Beija-flor-de-cabeça-magenta
Calypte anna
Colibri-gigante
Patagona gigas
Colibri-dos-vulcões
Selasphorus flammula
Colibri-luminoso
Calothorax lucifer
Colibri-de-João-Fernandes
Sephanoides fernandensis
Colibri-sílfide
Loddigesia mirabilis
2 espécies neste grupo estão numa categoria de ameaça segundo a UICN.
Registadas em 24 países. Os que têm mais espécies do grupo:
O seu coração pode bater até 1200 vezes por minuto em pleno voo.
Migra sem escalas mais de 800 km, atravessando o golfo do México.
Alimenta-se de néctar e de pequenos insetos, dos quais obtém proteína.
A única ave com o bico mais comprido do que o próprio corpo; tem de pousar com ele apontado para o céu.
É a única ave do mundo com o bico mais comprido do que o corpo, e não consegue alisar as penas com ele: usa as patas para limpar a plumagem, algo que nenhum outro colibri precisa de fazer.
Em repouso mantém o bico apontado para cima num ângulo pronunciado para não se desequilibrar, uma postura que o torna inconfundível mesmo em silhueta.
A sua iridescência está no uropígio, não na garganta: visto de frente parece um beija-flor acastanhado e discreto, e só ao virar-se mostra um lampejo de cobre e violeta.
Vive acima dos 4000 metros em alguns pontos dos Andes, onde a temperatura noturna desce abaixo de zero durante todo o ano, e depende do torpor noturno para sobreviver.
De
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