Uma das 3 espécies de pecaris do WAnimals
Mamíferos · Artiodactyla · Tayassuidae
Catagonus wagneri
Enfrenta um risco muito elevado de extinção na natureza num futuro próximo.
O taguá, ou pecari-do-chaco, é o maior dos pecaris e uma das descobertas zoológicas mais surpreendentes do século XX: foi descrito em 1930 a partir de fósseis e julgava-se extinto até que, em 1974, se encontraram populações vivas no Chaco paraguaio. Está muito adaptado à floresta espinhosa seca: come catos, cujos espinhos arranca rolando-os pelo chão com o focinho, e os seus rins processam o ácido dessas plantas. Vive em grupos pequenos e depende de um habitat que está a ser desflorestado a grande velocidade.
Peso
30 kg – 43 kg
Tamanho
96 cm – 1,2 m
Esperança de vida
9 anos
Alimentação
Herbívoro
Alimenta-se sobretudo de plantas.
Atividade
Diurno
Ativo sobretudo durante o dia.
Estrutura social
Manada
Vive em grandes grupos como estratégia contra os predadores.
Dificuldade de avistamento
Difícil
Fontes consultadas: https://es.wikipedia.org/wiki/Catagonus_wagneri
Melhor época: Todo o ano no Gran Chaco do Paraguai, da Bolívia e da Argentina, sobretudo de manhã; é muito esquivo e difícil de observar.
Os pontos marcam os parques onde a sua presença está documentada.
Parques e locais de mergulho onde esta espécie foi documentada.
Outras espécies do catálogo com mais em comum com Taguá — mesmo habitat, parque, país, temas ou família.
taguá é uma espécie classificada como em perigo. Organizações como UICN, WWF e Wildlife Conservation Society trabalham especificamente na sua conservação e na do seu habitat; conhecer os seus programas é um bom ponto de partida se quiser envolver-se.
Está documentada em 3 áreas protegidas reais — parte da razão pela qual proteger estes lugares é importante para a sua conservação.
Com base no que já sabemos sobre taguá.
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