A componente camaronesa do Sangha Trinacional, um bem partilhado por três países no coração da bacia do Congo.
Área
2178 km²
Classificado em
2001
Região
África Central
Floresta do Congo com clareiras florestais (bais) de elefantes
O Parque Nacional de Lobéké foi criado em 2001 no sudeste dos Camarões, no vértice onde convergem as fronteiras com a República Centro-Africana e a República do Congo, e protege cerca de 2178 km² de floresta densa da bacia do Congo.
O seu traço mais característico são os bais: clareiras naturais no interior da floresta, formadas sobre solos ricos em minerais, aos quais os animais acorrem para beber e consumir sais. Nessas clareiras concentram-se elefantes-africanos-de-floresta, gorilas, búfalos e bongos, e são os únicos lugares onde é possível observar fauna numa floresta de resto impenetrável; o bai de Djangui é o mais conhecido do parque.
Em 2012, Lobéké foi inscrito na Lista do Património Mundial como parte do Sangha Trinacional, um bem em série que reúne também o Parque Nacional de Dzanga-Ndoki, na República Centro-Africana, e o de Nouabalé-Ndoki, na República do Congo. É um dos poucos bens naturais do mundo partilhado por três países e protege um bloco contínuo de floresta húmida do Congo praticamente inalterado. O território é habitado por comunidades baka, cuja relação com a floresta e cujos direitos de uso são uma questão central, e não isenta de conflito, na gestão do parque.
Ecossistemas presentes no país onde se situa este parque (Camarões).
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Mesmo país: Camarões
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Com base no que já sabemos sobre este parque.
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Clima
Tropical, Árido / desértico, De montanha
Com problemas de conservação:,,,,,,,