Grupo de espécies · Répteis
O WAnimals tem 26 espécies de serpente, repartidas por 9 famílias (Acrochordidae, Colubridae, Elapidae, Homalopsidae, Hydrophiidae, Lamprophiidae, Typhlopidae, Viperidae, Xenopeltidae).
Cada uma tem a sua ficha completa. Este grupo não as substitui: reúne-as.
Nenhuma espécie documentada neste grupo está realmente em risco segundo a UICN, com os dados hoje disponíveis.
Registadas em 143 países. Os que têm mais espécies do grupo:
É verdadeiramente anfíbia: caça enguias no recife, mas sai para terra para digerir, mudar de pele e pôr os ovos, algo que as serpentes marinhas verdadeiras não conseguem fazer porque perderam as escamas ventrais.
De
O seu veneno é várias vezes mais potente do que o de uma cobra-capelo, mas é tão dócil e tem a boca tão pequena que os pescadores das Filipinas e das Fiji a manipulam habitualmente à mão.
De
Caça em colaboração com meros e salmonetes: a serpente entra nas fendas do recife e os peixes esperam cá fora pelas presas que fogem, uma associação documentada entre espécies muito diferentes.
De
Imita o padrão das cobras-coral sem ser venenosa; popular em terrário.
De
Apresenta um padrão de bandas coloridas muito semelhante ao das verdadeiras cobras-coral venenosas, um caso de mimetismo defensivo apesar de ela própria não ser venenosa.
De
O seu nome vem de uma superstição falsa: os agricultores encontravam-na nos estábulos e julgavam que mamava nos úberes das vacas, quando na realidade estava a caçar os ratos atraídos pelo grão. Nenhuma serpente consegue mamar.
De
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Intervalos calculados a partir das fichas que registam o dado, não de todas as 26.
Uma das serpentes mais perigosas da Austrália; achata o pescoço quando ameaça.
Na ilha Chappell, na Tasmânia, as Notechis scutatus dependem das crias de uma única espécie de pardela, disponíveis poucas semanas por ano: desenvolveram cabeças desproporcionadamente grandes para as engolir e passam o resto do ano praticamente em jejum.