A maior cortina de água do mundo, partilhada entre o Zimbabué e a Zâmbia, com mais de um quilómetro e meio de largura.
Área
23 km²
Classificado em
1952
Região
África Austral
Cataratas do Zambeze e garganta de basalto
As Cataratas Vitória, Mosi-oa-Tunya na língua tonga — o fumo que troveja —, foram inscritas na Lista do Património Mundial em 1989 como bem transfronteiriço entre o Zimbabué e a Zâmbia. O parque nacional zimbabueano, declarado em 1952, ocupa cerca de 23 km².
O rio Zambeze precipita-se aqui por uma fratura no planalto de basalto, formando uma cortina de água com mais de um quilómetro e meio de largura e cerca de uma centena de metros de queda, considerada a maior lâmina de água em queda do mundo pela combinação de largura e altura. O caudal varia enormemente entre estações, de um fio de água em outubro a mais de nove mil metros cúbicos por segundo em abril.
A geologia explica o conjunto: o rio foi escavando sucessivamente as fraturas do basalto ao longo de centenas de milhares de anos, e o resultado é uma série de gargantas em ziguezague a jusante, cada uma delas uma catarata anterior abandonada. A nuvem de vapor que sobe, visível a quilómetros, mantém junto à orla uma floresta de orvalho, um bosque húmido permanentemente regado pela aspersão, que não existiria num clima de resto seco. Nas paredes da garganta nidificam o falcão-taita e os andorinhões das cataratas.
Ecossistemas presentes no país onde se situa este parque (Zimbabué).
Zimbabué: o que vale a pena observar este mês?
Boa altura agora: Concentração de elefantes nos bebedouros de Hwange (Junho a outubro (concentração máxima de agosto a outubro))
Que outros parques são parecidos com este?
Mesmo país: Zimbabué
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Com base no que já sabemos sobre este parque.
Clima
Tropical, Árido / desértico
Duração dos seus percursos
1–2 dias
Dificuldade dos seus percursos
Fácil
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