Ásia
A China abrange desde a taiga siberiana do nordeste até florestas tropicais em Yunnan e Hainan, e inclui o planalto do Tibete, o maior planalto do mundo, onde nascem os grandes rios da Ásia e onde vivem o iaque selvagem, o chiru e o leopardo-das-neves. As montanhas Hengduan, no sudoeste, formam um dos pontos quentes de biodiversidade mais ricos do planeta, com vales profundos e uma diversidade de plantas que abasteceu os jardins de meio mundo. A sul estende-se o carste de Guangxi e Guizhou, com torres calcárias, grutas e rios subterrâneos. O Yangtzé e o rio Amarelo articulam planícies densamente povoadas onde a natureza ficou reduzida a fragmentos, e a costa contribui com sapais cruciais para a migração de aves do mar Amarelo.
Animal nacional: O panda-gigante, animal nacional e emblema da conservação mundial
O panda-gigante é um carnívoro pela anatomia e pelo sistema digestivo que renunciou por completo à carne: passa até catorze horas por dia a comer bambu e precisa de entre doze e trinta e oito quilos diários porque mal o digere. Para manipular os caules desenvolveu um falso polegar que não é um dedo, mas um osso do pulso alongado e oposto aos restantes, uma solução evolutiva improvisada que lhe permite agarrar as canas com precisão.
O golfinho do Yangtzé ou baiji foi declarado funcionalmente extinto em 2006, depois de uma expedição que não localizou nenhum exemplar: foi o primeiro cetáceo desaparecido por causas humanas. O panda-gigante, pelo contrário, passou de Em Perigo a Vulnerável em 2016 graças à rede de reservas de bambu.
Sichuan entre março e maio para pandas e aves de montanha. Zhalong no inverno para grous-da-Manchúria. Sanjiangyuan no verão para o chiru e o leopardo-das-neves.
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Mesma região: Ásia Oriental
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479 espécies encontradas
Com base no que já sabemos sobre China.